quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Actividades criativas com os pequeninos

No meu ponto de vista, há que saber conciliar os novos tempos com os antigos - há sempre coisas boas e más em todas as épocas, o truque é saber tirar os bons ensinamentos de cada altura. Antigamente faziam-se bolas de futebol para as crianças jogarem com papel de jornal e embrulhadas em fita adesiva; as bonecas eram de pano e lás e eram cosidas as suas formas e vestimentas. As crianças brincavam tanto antigamente como brincam agora e muitas vezes inventavam os seus próprios brinquedos porque não havia a oferta de hoje em dia - tornavam-se concerteza jovens mais hábeis, criativos e provavelmente até aventureiros. Também deveriam estimar mais os seus brinquedos, julgo eu.
Hoje em dia, há tanta oferta... Eu própria, que sou mãe de primeira leva, fico estasiada quando entro num 'Toys r us'! É fantástica a quantidade e variedade de embalagens que, através de uma troca monetária se pode adquirir para os nossos filhos se entreterem. Quando fico estasiada é porque a escolha se torna muito difícil. Há tanta concorrência, 'qual será o quadro magnético que servirá melhor os nossos filhos?' Enfim, escolhemos sempre o melhor que sabemos - mas os nossos filhos têm tanto e não se esforçam para o ter que muitas vezes têm brinquedos guardados no fundo das caixas, que são fantásticos e eles nunca brincaram.
Por outro lado vejo que a evolução civilizacional e tecnológica trouxe coisas maravilhosas - encontramos livros incríveis e jogos didáticos para ler e estimular os filhotes, temos os ipads que fazem concerteza com que eles sejam crianças mais rápidas, inteligentes e com uma variedade de estímulos íncrivel. Certamente que têm um acesso à sabedoria mais fácil e rápido do que nós tivemos e espero que isso seja explorado de uma forma positiva.
Depois de toda esta constatação, vivendo todas estas fases da vida de uma mãe, comecei a reflectir bastante sobre o que é brincar e o que é que realmente importa quando se trata da felicidade de brincar. A felicidade certamente depende do íntimo de cada um e é variável às circusntâncias, mas adquiri para mim que se as crianças puderem tornar as brincadeiras didáticas e interativas, se puderem participar nos processos e no seu todo - podem, quem sabe, valorizar e compreender o que realmente implica termos brinquedos embalados e embrulhados nas nossas mãos e poder e saber usufruir deles.
Por isso um obrigada ao meu filho que me ensina a perceber o que é ser melhor mãe, ele que sempre instistiu que era feliz em brincar com os alguidares cá de casa, com as massinhas e os rolos de papel higiénico; um obrigada à minha mãe - que pela sua maneira de ser, não esbanja dinheiro em brinquedos caros e entretem-no horas a fio a aprender a enroscar parafusos nas cadeiras, a regar as plantas lá de casa, a cortar os legumes para o jantar, a pintar com tintas com as mãos e os pés...
Aprende-se tanta coisa com os nossos pais e também com os nossos filhos. É importante estarmos sempre atentos a tentar retirar o melhor daqueles que nos rodeiam. E é importante saber ler os impulsos de uma criança, são tão puros e inocentes que têm quase sempre razão nos seus impulsos.

E com as pessoas que amo e com os seus exemplos, fiquei inspirada para procurar mais actividades artesanais para desenvolver com o meu filhote, aqui ficam algumas imagens com ideias. Eles definitivamente gostam de por a mão na massa! E variar é bom, eles agradecem!







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