domingo, 27 de julho de 2014

Ser uma 'dona de casa'

Mesmo que não seja a tempo inteiro, porque se optou por uma carreira profissional, acho encantador quando uma mulher assume as rédeas da casa.
Eu, que sempre fui independente e jamais consigo imaginar-me sem ter a minha ocupação profissional, o meu fundo de maneio e principalmente desenvolver a cabeça, mas hoje em dia penso seriamente em como as 'donas de casa' podem ter uma profissão encantadora.
Eu percebo que se ache, socialmente, muito importante que homens e mulheres tenham papeis iguais. Aliás, compreendo que isso tenha sido importante no passado visto que a mulher nunca tinha sido vista nem considerada como igual.
Hoje em dia, que já se provou tanta coisa em contrario, bem que se poderia aproveitar o melhor de dois mundos. Sermos consideradas e respeitadas de igual forma e por outro lado voltarmos a assumir um papel mais romântico no mundo familiar e pessoal.
Cuidar da relação, da família e da casa é absolutamente fundamental.
Ter tempo para surpreender o nosso marido com ocasiões especiais; pensar e confeccionar uma alimentação saudável para toda a família; calendarizar a vida dos nossos filhos e acompanhá-los nos estudos e nas actividades extracurriculares; cuidar da nossa saúde, beleza e físico, praticando desporto e cuidando da nossa imagem. Tudo isto são questões que julgo estritamente importantes e indispensáveis.
O único grande contra que vejo aqui é a insegurança económica, há muitas pessoas que certamente não têm essa possibilidade de escolha, assim como eu ainda não tenho - espero um dia poder vir a ter.
Além das questões que descrevi como fundamentais, há outras que podem trazer à vida um encanto especial. No papel de 'dona de casa' podemos dar aso à nossa liberdade criativa - podemos criar as melhores festas para os nossos filhos e pensá-las com tempo e dedicação; podemos receber a família e amigos e mimá-la com refeições caseiras, confeccionadas por nós. Podemos ensinar os miúdos a terem gosto em ajudar e participar, ensinando-lhes truques, criando pequenas dinâmicas em família, podemos cuidar dos espaços e personalizá-los à medida que se torna necessário, podemos pensar com mais atenção em cada pessoa individualmente e ter tempo de dar e mimar, desenvolvendo um amor constante e contínuo.
Acho bonito. Pelo menos na minha cabeça é um caminho que faz todo o sentido. Uma mulher deveria sempre poder optar, porque é inato em nós, seres femininos e mais frágeis queremos cuidar e amar com dedicação.

Uma pessoa que muitas vezes sigo e que é uma inspiração para saber executar este papel na perfeição.
http://www.marthastewart.com/

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